segunda-feira, 21 de março de 2022

Horóscopo do dia: confira o que os astros revelam para hoje Haverá grandes possibilidades de você conquistar muitas vitórias. As coisas irão cada vez melhor, sob todos os aspectos, em todas as coisas há sempre um lado bom e é deste lado que você deve ficar. Nunca esqueça que Deus é o Senhor de todas as coisas. Os astros estão sempre alinhados para ajudar proteger as pessoas de boa vontade, que fundamentam suas ações no amor e na solidariedade humana.

EU E A VIDA

EU E A VIDA Jorge Furtado Eu sou aquele que partiu sem rumo E desbravou a vastidão da estrada. E que até andou fora do prumo, Mas mesmo assim, não desistiu por nada. Do vil sofrer, provou o amargo sumo Ao enfrentar a lida acirrada Da vida que se esvai, como do fumo A fumaça no ar embranquiçada. Tantas batalhas ainda estão por vir, E ante a todas, hei de resistir Ferido ou não, ah!... Isso não importa. O que importa é ser confiante Agradecendo a Deus a todo instante, Por seu amor que tanto me conforta!

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

A Força do Abraço Viver e abraçar a poesia É viver com leveza e harmonia. O abraço simboliza a amizade E nos conduz à fraternidade. Precisamos amenizar O peso do labor do dia a dia, Para as belezas da vida gozar E transmitir paz ao abraçar, A vida assim não é vazia. Gozar o amor é amar. O abraço tem a sua magia, Por isto ele é sempre oportuno, Seja na tristeza ou na alegria. O abraço tem a força de conduzir à paz E simboliza muito mais. Um abraço é uma forma de dividir a alegria E também de amenizar a tristeza, Para voltar a viver em harmonia E com amor e sabedoria, Desfrutar as infinitas belezas Da nossa mãe natureza. Oh! Mãe natureza, que tem bela magia, De quem somos a essência, A parte que cria e avalia, Que sabe que é e que pensa, Te defendemos com nossa crença. Qual é o preço de um abraço? Quanto dói dar um abraço? Nada dói e custa nada! E dentro da nossa crença Há sempre uma recompensa. Ah! quantos Poetas já descreveram O valor do abraço e o receberam. Cantores interpretaram canções tantas... Ah, Que belas canções! Compostas com grandes inspirações. E você como descreveria um abraço? O que significa para você a força de um abraço? É infinita a magia do abraço da paz E tem um poder que nos satisfaz E tem a força p'ra nos motivar A tocar em frente sem desanimar. Já recebeu um abraço hoje...? Não...? Então receba este abraço... Sentiu...? Guarde este abraço apertado! Um dia super abençoado, Ele sempre será lembrado. O melhor destino que se pode dar Ao abraço recebido É que ele seja distribuído. O abraço é sempre permutante, Pois quando se dá um, Outro se recebe concomitante, Portanto o abraço é no mínimo duplo. O abraço, como o amor, Quanto mais se dá mais cresce. Quanto mais praticado Tanto mais floresce.
Pai Boa Referência Papai é sempre uma boa referência Homem simples e muito forte Ensinou-me com freqüência Sem muito dogmatismo Implantou-me boas crenças Trabalhamos e viajamos juntos, Dele temos só boas referências. Dele temos só boas lembranças Com ele sentia-me muito seguro Trabalhávamos com esperanças Homem com pouco estudo, Mas com muita inteligência, Entendia um pouco de quase tudo. Ensinou-me bons princípios Da regra do bem viver, Gravados na minha mente Que na vivência do dia a dia pratico Pois está no inconsciente E como psicanalista explico. Uma regra sobre economia Nunca se deve gastar tudo que ganha, Era o que papai sempre dizia, É sempre bom saber poupar Devemos ter sempre harmonia, Poupar para depois gastar E viver com muita alegria. Para se viver tranquilamente, Consumir o necessário sem desperdiçar Trabalhar bastante quando jovem Sem nunca se acomodar. Caminhar sempre firme e confiante Com fé em Deus para o bem conquistar. Acreditar sempre que é capaz Para na velhice viver com mais segurança. Viver sempre com dignidade e em paz, Ser sempre honesto e simples Cultivando sempre a solidariedade Construindo as amizades. Papai chamava-se Sebastião Conhecido por Bastim Trabalhou em várias atividades no sertão Enfrentou tempo ruim Sentia-me feliz e seguro ao seu lado Sabia que teríamos vitórias no fim.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

EXCLAMAÇÃO Não te demores, aonde Não poderes amar! Façamos sempre o bem, Sem recompensa esperar. E para viver em paz, Nunca pares de sonhar! Pois a boa semente Lançada em terra Fértil, Sempre há de germinar! E a paz, fruto da justiça Devemos sempre cultivar!

domingo, 23 de janeiro de 2022

HOMENAGEM LÍRICA AO POETA E AMIGO GAUDÊNCIO LEAL DE BRITO Sou TEMPLO DA POESIA, Em minhas veias corre a rima, a métrica a oração, a musicalidade Que me fazem SER POETA fomentando a ESSENCIAL LIBERDADE. Oh! LIBERDADE LIBERDADE ! Tu és aquela que desperta em mim A CORAGEM e a ALEGRIA NA CAMINHADA E assim vou vivendo e vencendo pleno de esperança e HARMONIA para que A FORÇA DO BEM que gera A FORÇA DO ABRAÇO, cresça e resplandeça em mim, para que minha mente seja ninho aconchegante De PENSAMENTOS POSITIVOS, para seguir avante mesmo em tempos de intempéries mantendo sempre a consciência que O IMPORTANTE É NÃO PARAR DE LUTAR E que a cada batalha A REVOLUÇÃO DA ALMA, dessa minha alma de bardo, venha sempre falar mais alto, pra que eu não fique calado e jamais alienado, E que eu ame cade vez mais descomedidamente, Pois o AMOR E A REVOLUÇÃO, por mais que vos pareça um CONTRASTE, andam lado a lado em exitosa comunhão No seio desse chão Com seus caminhos Para o HORIZONTE E UTOPIA, Do meu coração ! Jorge Furtado PS :As palavras escritas em caixa alta, são titulos de alguns poemas do poeta Gaudêncio Leal de Brito, do seu livro : PEDAÇOS DA ESTRADA DA MENTE ( ENSAIO AUTIBIOGRÁFICO - PROSA E POESIA )

segunda-feira, 29 de julho de 2019

REPORTAGEM SOBRE AS FALCATRUA DO SERGIO MORO

Bolsonaro mostra a importância da Vaza Jato 29/07/2019 Revista Espaço Acadêmico jornalismo, política Intercept Brasil* https://theintercept.com/2019/07/28/reacao-bolsonaro-vaza-jato-reportagens-vitais/ Quando foram publicadas, nesta semana, notícias de que a Polícia Federal prendeu quatro suspeitos de hackear o Telegram de várias autoridades brasileiras e de enviar parte desse material ao Intercept, muitos de nossos leitores se perguntaram: qual o efeito que isso terá no jornalismo que estamos produzindo a partir desse arquivo? A resposta, em uma palavra, é: nenhum. Não terá efeito nenhum. O interesse público na divulgação desse material era óbvio desde o princípio: esses documentos revelam más condutas sérias e sistemáticas – e, o que nos parece claro, flagrantes ilegalidades – por parte do então juiz, agora ministro da Justiça, Sergio Moro, bem como do coordenador da operação Lava Jato Deltan Dallagnol e de outros procuradores da força-tarefa. As impropriedades cometidas por Moro e pelos demais e expostas pelas reportagens do Intercept são tão sérias que levaram alguns dos maiores aliados de Moro a abandoná-lo e exigir sua renúncia uma semana depois da publicação das primeiras matérias. REPORT THIS AD À medida em que novas revelações foram sendo publicadas – pelo Intercept e por nossos parceiros jornalísticos – eles recorreram à mesma tática empregada por autoridades no mundo todo quando veem sua corrupção sendo revelada pela imprensa: distrair a atenção de seus atos, demonstrados pelas reportagens, preferindo fixar seu discursos contra os jornalistas e suas fontes. É isso que Sergio Moro, se valendo de sua posição de ministro da Justiça e Segurança Pública, vem há semanas tentando fazer. Ele e seus defensores, em sua maioria do partido de Bolsonaro, falam constantemente dos supostos crimes cometidos pela fonte e insinuam que os repórteres e editores do Intercept e dos demais veículos trabalhando em cima desse arquivo são “criminosos” ou “cúmplices” devido ao papel que desempenhamos em expor a verdade. O blog que vem funcionando como porta voz oficial de Moro se refere a nós como “cúmplices”, enquanto Moro nos chama de “aliados de criminosos”. Ontem, o presidente Bolsonaro se envolveu diretamente no assunto (depois de fugir dele por semanas), com a acusação indecorosa de que Glenn Greenwald se casou no Brasil e adotou crianças para evitar uma deportação (seu casamento ocorreu há catorze anos); e ameaçando Greenwald com prisão: “Ele pode pegar uma cana aqui no Brasil”. Apesar de seus esforços, Moro, Bolsonaro e seus defensores se mostraram incapazes de obter uma única prova ou indício de que o Intercept tenha feito qualquer coisa além de exercer seu direito de praticar jornalismo, tal qual é garantido e protegido pela Constituição brasileira e gozado por todos os jornalistas do país. Pelo contrário: todas as insinuações e sugestões feitas por eles de que o Intercept teria agido de forma imprópria foram desmentidas pelos fatos. Depois que a Polícia Federal anunciou as prisões, foi vazada à imprensa uma confissão de um dos suspeitos, Walter Delgatti Neto, apontado pelas autoridades como sendo o principal hacker que teria fornecido o material ao Intercept. Depois de ter sido submetido a horas de interrogatório e supostamente confessar ser o hacker, Delgatti Neto disse em seu depoimento, conforme vazado: • Que nunca falou com qualquer repórter do Intercept antes de ter realizado os hackeamentos; • Que nunca pediu ou recebeu qualquer pagamento do Intercept (ou de qualquer outra parte) por fornecer os documentos; • Que só se comunicou com o Intercept de forma anônima; • Que nunca alterou os chats enviados ao Intercept, e que considera tecnicamente impossível realizar alterações desse tipo devido à forma como foram baixados do Telegram; e • Que se inspirou no whistleblower da NSA Edward Snowden, obtendo e vazando esses documentos com o objetivo de expor corrupção praticada por autoridades que a população tem o direito de saber. REPORT THIS AD Tendo em vista que nós temos não somente o direito, mas o dever – conforme a Constituição e os códigos de ética que regem nossa profissão – de proteger nossas fontes, nós não comentamos e não comentaremos sobre os indivíduos acusados pela Polícia Federal de terem hackeado contas no Telegram e de ter fornecido o material aos nossos jornalistas. Como já dito previamente, mesmo se quiséssemos, não poderíamos comentar sobre o assunto, visto que nunca soubemos o nome verdadeiro da fonte que nos enviou o arquivo contendo evidências de corrupção por parte de autoridades. O Intercept não fala sobre suas fontes anônimas, seja no caso Vaza Jato, seja em qualquer outro caso. O que podemos confirmar, entretanto, é o que dissemos enfaticamente desde o início: o trabalho que estamos realizando é jornalismo de interesse público. Receber informações autênticas que revelam impropriedades sérias por parte das autoridades mais poderosas do país e produzir, de forma minuciosa e responsável, reportagens revelando essas impropriedades é o papel de qualquer jornalista sério em qualquer parte do mundo. Mesmo a versão da Polícia Federal sobre o depoimento do suspeito se alinha com o que estamos dizendo desde o início sobre nosso papel nessas reportagens. Quando publicamos nossa primeira série de reportagens no dia 9 de junho, incluímos um editorial explicando os princípios jornalísticos que guiam nossas reportagens produzidas à partir do arquivo, e qual foi nosso papel em recebê-lo. Conforme escrevemos: Mas, até agora, os procuradores da Lava Jato e Moro têm realizado parte de seu trabalho em segredo, impedindo o público de avaliar a validade das acusações contra eles. É isso que torna este acervo tão valioso do ponto de vista jornalístico: pela primeira vez, o público vai tomar conhecimento do que esses juízes e procuradores estavam dizendo e fazendo enquanto pensavam que ninguém estava ouvindo. (…) O único papel do The Intercept Brasil na obtenção desse material foi seu recebimento por meio de nossa fonte, que nos contatou há diversas semanas (bem antes da notícia da invasão do celular do ministro Moro, divulgada nesta semana, na qual o ministro afirmou que não houve “captação de conteúdo”) e nos informou de que já havia obtido todas as informações e estava ansiosa para repassá-las a jornalistas. REPORT THIS AD Quando recebemos o arquivo de nossa fonte, fizemos duas perguntas – as duas perguntas que jornalistas no mundo todo fazem quando começam a trabalhar numa história: 1) é possível determinar se o material é autêntico?; e 2) é de interesse público produzir reportagens sobre o material? Se a resposta para essas perguntas for “sim” – como foi nesse caso – então temos não só o direito mas a obrigação de informar o público. É isso que estamos fazendo desde o dia 9 de junho, e continuaremos a fazer até que todo o material de interesse público tenha sido reportado. É também por isso que abrimos nossa redação e o arquivo para veículos parceiros. Nós pudemos confirmar a autenticidade do material usando os mesmos métodos usados por pelo menos seis outros veículos jornalísticos, muitos dos quais usamos no passado para autenticar o arquivo Snowden. Esses métodos incluem comparar o conteúdo do arquivo a materiais e eventos privados para determinar se são genuínos; consultar fontes com conhecimento privado do conteúdo do arquivo; confirmar com juristas e especialistas da área que os documentos altamente complexos e não públicos só poderiam ter sido criados por alguém com conhecimento interno da operação Lava Jato. Também pudemos ver nos chats vazados as conversas dos procuradores com nossos repórteres, e verificamos que são de fato reais. Assim como nós, os demais veículos que tiveram acesso ao material fizeram a mesma verificação. Se a própria História do jornalismo servir de algo, as tentativas de Moro e de seus defensores de fazer o público focar nas ações da suposta fonte ao invés do conteúdo de nossas reportagens fracassarão. Grande parte do jornalismo mais importante produzido nas últimas décadas foi feito graças a fontes que obtiveram ilegalmente informações cruciais e as entregaram para jornalistas. O que fica registrado na História é o que foi revelado pelas reportagens, e não as ações das fontes que ajudaram na revelação. Em 1971, um ex oficial do pentágono, Daniel Ellsberg, roubou dezenas de milhares de páginas de documentos secretos provando que o governo dos EUA estava mentindo para a população a respeito da guerra do Vietnã. Ellsberg entregou os documentos roubados ao New York Times e depois para o Washington Post, e ambos produziram diversas reportagens com base nesses documentos. Se hoje em dia o nome de Ellsberg é lembrado, é como um herói que permitiu que essas mentiras oficiais do governo fossem expostas por jornalistas. REPORT THIS AD Durante a chamada Guerra ao Terror promovida pelos EUA e seus aliados desde os ataques de 11 de setembro de 2011, os maiores veículos de mídia do ocidente – New York Times, Washington Post, NBC News, BBC, the Guardian – receberam repetidamente informações de fontes que violaram as leis para expor sérios crimes, como a prática de tortura, a existência de prisões secretas da CIA, e o sistema ilegal de vigilância da NSA. Ainda que algumas vozes autoritárias tenham clamado pela prisão dos jornalistas que revelaram esses segredos, o público de modo geral tratou essas reportagens como fundamentais, e todas essas revelações receberam o prêmio máximo do jornalismo, o Pulitzer. O mesmo vale para as reportagens, publicadas em 2013 e 2014, sobre o sistema secreto e massivo de espionagem na internet, afetando populações inteiras, por parte do governo dos EUA e seus aliados – reportagens essas que só foram possíveis graças a documentos obtidos ilegalmente pelo whistleblower da NSA, Edward Snowden. Dezenas de veículos de mídia no mundo todo – inclusive o grupo Globo, no Brasil – manifestaram a vontade de ter acesso aos documentos roubados para produzir reportagens sobre o sistema secreto de espionagem mantido pelo governo dos EUA, porque em casos como esses os jornalistas entendem que o que importa não são as ações ou motivações da fonte, mas o conteúdo revelado ao público. Hoje em dia, o que é lembrado pela História sobre o assunto não são os julgamentos morais feitos pelo governo dos EUA e seus defensores acerca das ações de Snowden. O que importa – o que ficou registrado na História – é o que foi revelado pelas reportagens sobre as invasões de privacidade massivas e indiscriminada perpetradas em segredo pelas agências de segurança. Nunca tivemos dúvidas que Moro, Dallagnol e seus aliados usariam a mesma tática usada por Richard Nixon e seus aliados contra Daniel Ellsberg durante os escândalos do Pentagon Papers e de Watergate, e por tantas outras autoridades pelo mundo quando flagradas praticando corrupção: desviar a atenção das ilegalidades reveladas e focar a atenção do público nas ações de quem as revelou. Tampouco tivemos dúvidas de que essas táticas fracassariam no caso da #Vaza Jato, como fracassaram no passado em todos os exemplos citados de jornalismo produzido nas últimas décadas. O que importa ao público é o que seus líderes mais poderosos fazem em segredo. E é por isso que uma imprensa livre é vital e indispensável à qualquer democracia saudável: só o jornalismo independente do governo e livre da influência de oficiais imorais pode garantir que o público seja informado sobre as ações de seus líderes, e desse modo evitar que governantes corruptos atuem nas sombras. Foi guiado por esses princípios que o Intercept foi fundado em 2013. São esses os princípios que norteiam nosso jornalismo desde o surgimento de nossa organização. E são esses os princípios que – com sua ajuda e apoio – continuarão guiando nossas reportagens.